segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Obama, sem medo e sem drama!


"Nossa missão não estará completa até que nossos irmãos e irmãs gays sejam tratados como qualquer um sob a lei, pois se somos verdadeiramente iguais, então certamente o amor com que nos comprometemos uns com os outros deve ser igual também".

- Barack Obama

Obama se torna o 1° Presidente que faz menção aos direitos dos homossexuais em um discurso de posse, mas muito maior que isso, Obama mais uma vez reafirma sua posição segura, corajosa e sincera quanto aos problemas e tendências da sociedade moderna.
Em dias que diariamente a maior igreja do planeta condena a homossexualidade e seus direitos, em que países promovem a criminalização da homossexualidade e milhões de ativistas gritam contra o direito de um casal do mesmo sexo gozar dos direitos civis do casamento, Obama foi direto, correto e justo quanto aos seus, aos americanos gays que também lutam por igualdade.
Obama foi além do discurso. Logo após sua publicação, mandou e-mail aos seus seguidores reafirmando sua posição e pedindo que o americano se juntasse a esse coro.
"Eu sempre acreditei que os americanos gays e as americanas lésbicas deveriam ser tratados com igualdade e justiça. Estava relutante em usar o termo casamento por conta das tradições tão poderosas que ele evoca. Achava que as leis de união civil que conferiam direitos leais aos casais gays eram uma solução", escreve o presidente no e-mail.
"Mas, ao longo dos anos, falei com amigos e parentes sobre isso. Pensei nos funcionários da minha equipe que têm relações longas, com compromisso, com alguém do mesmo sexo e está criando seus filhos com seu parceiro. Percebi que, para casais do mesmo sexo que se amam, a negação da igualdade de casamento significa que, a seu ver e aos olhos de seus filhos, eles ainda são cidadãos incompletos."
"Mesmo na minha mesa de jantar, quando olho para Sasha e Malia, que têm amigos filhos de casais do mesmo sexo, eu sabia que não faria sentido para elas que os pais de seus amigos fossem tratados de forma diferente."
E, antes de assinar, diz respeitar a crença alheia e o direito das instituições religiosas de agir de acordo com suas próprias doutrinas — mas, que aos olhos da lei, os americanos deveriam ser tratados todos de forma igual. "E quando os Estados permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, nenhuma lei estadual deveria invalidá-lo."
Mais uma vez, volto a destacar a diferença ideológica do presidente americano e da nossa presidente Dilma. Nas oportunidades que teve, Dilma em três anos conseguiu de forma competente se mostrar nitidamente ignorante quanto às questões LGBT. Além disso, seu governo tem tido de várias formas e em várias pastas a homofobia interiorizada e enraizada em seus gestores, que até contestam a existência de homofobia no Brasil.
Enfim, esperamos sonhadores a atitude de um governante brasileiro que nos proteja e nos apoie, justificando assim a fama do Brasil de ser um dos países mais tolerantes do mundo.



Por Erik

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