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sexta-feira, 15 de julho de 2011

ABC Paulista oficializa 1° Casamento Lésbico



Justiça oficializa casamento lésbico no ABC

Esta foi a primeira união homossexual oficializada na região
O Tribunal de Justiça de São Paulo divulgou ontem a oficialização do primeiro casamento homossexual do ABC e segundo do Estado. De acordo com o órgão, o pedido foi feito por duas mulheres de São Bernardo que afirmaram viver em união estável há sete anos e optaram pela comunhão parcial de bens.

O Ministério Público se manifestou contrariamente ao pedido. Mesmo assim, o TJ aceitou a oficialização com base na decisão do Supremo Tribunal Federal de maio que reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo. “Por derradeiro, repita-se que o comando emanado pelo E. Supremo Federal é claro: à união estável entre as pessoas do mesmo sexo devem ser aplicadas as mesmas regras e consequências da união estável heteroafetiva”, diz a decisão.

O primeiro casamento entre duas mulheres no país foi oficializado no dia 27 de junho, no Distrito Federal. Já Luiz André de Rezende Moresi, 37 anos, e José Sérgio Santos de Sousa, 29, de Jacareí, foram os primeiros homossexuais a se beneficiar da decisão do Supremo no Brasil.

Fonte: Band.com

Parabéns ás meninas do ABC.

Conquistas gays serão ensinadas na Califórnia.

Isso mesmo meus queridos leitores, enquanto no Brasil há uma guerra no que se diz respeito á educação da homossexualidade nas escolas públicas, na Califórnia, E.U.A, o governador assinou a lei que pede com que as escolas ensinem e transmitam as conquistas da população gay aos alunos.






 "Esta norma revisa as leis existentes que proíbem discriminação na educação e garante que as contribuições importantes de americanos de todos os âmbitos e estilos de vida estejam incluídas em nossos livros de história", disse Brown.

 Em comunicado público, Brown afirmou que a "história deve ser honesta" e que a nova lei é um "passo importante" para a Califórnia.






Enquanto nossa política anda a passos largos em ré, com políticos desonestos, retrógrados e cheios de preconceito, em algum canto do mundo o nosso grito de luta também se faz valer.
Toda conquista que acontece a cada canto desse enorme mundo, é uma vitória de uma minoria que cada vez mais vem ganhando seu espaço e respeito.Devemos sim ficar felizes com a vitória dos Norte Americanos, pois são deles também que herdamos nossa vontade de lutar.

A educação é um, se não o principal passo contra a homofobia e o preconceito contra todo tipo de diferença, e a Califórnia está sendo um grande exemplo dessa luta toda.

Parabéns ao Estado da Califórnia e aos Americanos.


#HomofobiaNasEscolasNão

Por Erik

terça-feira, 12 de julho de 2011

Carta aberta à Frente Mista Parlamentar pela Cidadania LGBT


A FRENTE PAULISTA CONTRA A HOMOFOBIA – iniciativa de união de grupos do movimento social LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), de partidos políticos, órgãos públicos municipais e estaduais de São Paulo, entidades religiosas, centrais e sindicatos de diversas categorias de trabalhadores, entidades representativas de segmentos da iniciativa privada e cidadãs e cidadãos paulistas que atuam contra a homofobia, vem manifestar-se sobre a proposta de projeto substitutivo ao PLC 122/2006, encabeçada pela Senadora Marta Suplicy e pelos Senadores Marcelo Crivella e Demóstenes Torres.
Embora reconhecendo o esforço da Senadora Marta Suplicy no desarquivamento do projeto de lei da câmara no início deste ano, o que foi fundamental para a continuidade das discussões sobre a criminalização da homofobia, a referida proposta de projeto substitutivo nos parece extremamente insuficiente.
A Frente entende que a negociação faz parte do processo parlamentar e reconhece o esforço que vem sendo empregado para obter uma proposta de consenso, porém, qualquer negociação deve ter parâmetros mínimos, sendo que só é possível apoiar um projeto de lei que criminalize a conduta de praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito por orientação sexual e identidade de gênero, sem o que não seria possível garantir a todas as LGBTs direitos elementares garantidos aos demais cidadãos, como: demonstração pública de afeto, pleno acesso à educação e ao trabalho e tratamento igualitário nas relações comerciais e de consumo.  Queremos salientar que embora alguns desses direitos pareçam banais até para muitas lésbicas e gays, eles são negados diariamente a travestis e transexuais, o que torna imperativa a sua garantia legal.

Além disso, é muito grave que a discriminação às LGBTs seja classificada como inferior a outras, como aquelas contra negros, grupos étnicos, grupos religiosos e estrangeiros, pois não se hierarquizam opressões, portanto, todas elas devem ser criminalizadas de forma idêntica.
Por fim, não queremos assistir a uma discussão apressada sobre essa matéria e entendemos que ela deva envolver o movimento social LGBT em toda a sua pluralidade e complexidade, sem se restringir a uma única organização, por mais representativa que seja.
A presente carta poderá ser subscrita por todas as pessoas, organizações e mandatos que assim o desejarem.

julho/2011



CDG lançará "Cartão Vermelho para a Homofobia"

O Comitê Desportivo GLS Brasileiro - CDG Brasil - Lançará Selo "Cartão Vermelho para a Homofobia"
A ideia é promover a diversidade e igualdade no esporte, combatendo o preconceito e a discriminação através desta campanha.
Atletas e personalidades serão convidados para aderir a campanha que será lançada oficialmente no dia 23 de Julho na Expo Business LGBT - http://www.facebook.com/l/aAQArvBoGAQAype_f9_4hX0bB3on-OP3DKCaHHvSq9rCIUQ/www.expobusinesslgbt.com.br.
Para apoiar a campanha, você pode adquiri o Boton oficial no valor de apenas R$ 5,00. Toda a renda obtida será destinada à manutenção da ONG.
Maiores Informações: @cdg brasil

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mobilização contra a NOVA PLC 122 - O Planeta G apoia!

As novas artimanhas arquitetadas pelo presidente da ABGLT, Toni Reis, a Senadora Marta Suplicy e seus novos aliados, Marcelo Crivella e Magno Malta na formulação de um novo projeto que combata a homofobia está cada vez mais dividindo o movimento gay e suas opiniões.
O PLANETA G apoia a permanência da luta pela PLC 122 e a exclusão permanente desse novo texto cheio de falhas e lacunas apresentado por Marcelo Crivella.
Devemos mobilizar a população gay do país inteiro contra essa nova arma dos reais perdedores na luta pela igualdade e não nos deixar-mos levar pelo sentimentalismo ou pelo clamor de vitória dessa bancada fundamentalista.

Marta Suplicy, relatora da PLC 122 que a muito se promoveu pela população gay, agora só é explicações.
A mesma diz que o projeto ficou demonizado e precisava de um novo nome, mas o que a Senadora fez foi aceitar das mãos de um dos mais homofóbicos do país um texto que mais parece uma história em quadrinhos.
Toni Reis que deveria como presidente da principal associação gay do pais, conservar a luta que se estende desde 2006, respeitando as milhares de assinaturas e manifestações que conseguimos mobilizar, não o fez, preferiu assim tomar chá com as comadres e decidir jogar no lixo todo um histórico de luta pela igualdade.


Peço a você, leitor e ativista gay, que não se deixe levar também pelo falso sentimentalismo que esses líderes estão tentando aplicar a esse novo projeto, incluindo o nome de Alexandre Ivo, morto em 2010 no Rio de Janeiro, como máscara para apoio e aprovação desse novo projeto.
Alexandre Ivo, volto a dizer, merece todo nosso respeito e nossas homenagens em lembranças, mas não deve ser colocado em nome de lei para forçar sua aprovação.



LUTAR SEMPRE, VENCER TALVEZ, DESISTIR JAMAIS.

Somos contra a posição de Marta Suplicy
Somos contra a posição de Toni Reis
Somos contra a intromissão de religiosos conservadores nas questão LGBTT's.

Ninguém chamou racistas para elaborar a lei contra o racismo, por que temos que aceitar uma lei contra a homofobia, feita por homofóbicos?


Por Erik 

domingo, 10 de julho de 2011

Deputado Jean Wyllys diz que LGBTs saíram derrotados e critica senadora Marta Suplicy

"Depois de anos de luta, um projeto não pode ser
simplesmente abandonado sem uma
maior discussão", critica o deputado
Em entrevista concedida na tarde desta terça-feira a o MixBrasil, o deputado federal Jean Wyllys classificou como uma “derrota” a decisão de engavetar o PLC 122 pela relatora do projeto, a senadora Marta Suplicy.

“Do mesmo modo como aconteceu na Câmara Federal, em que o projeto foi aprovado graças ao protagonismo dos LGBT, deveria ter sido no Senado, mas nas últimas semanas a senadora Marta Suplicy e o Toni Reis [presidente da ABLGT] passaram a negociar diretamente com os senadores e deputados da oposição, sem qualquer tipo de consulta ou participação dos demais parlamentares apoiadores do projeto. Até mesmo membros da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT ficaram de fora”, criticou o deputado. “A senadora Marta Suplicy está desconsiderando os outros parlamentares e os demais segmentos da militância LGBT”, completou.

Jean Wyllys ainda definiu como lamentável a decisão de abandonar o projeto por conta da chamada “demonização”. “Não dá para admitir que agora dep utados e senadores que historicamente sempre se opuseram aos direitos LGBT venham querer apresentar um projeto que contemple as nossas reivindicações. Os negros não aceitaram, as mulheres não aceitaram. Por que nós temos que aceitar?”, questionou o deputado.

Levando em conta as dificuldades em se aprovar o PLC 122, o deputado Jean Wyllys sugeriu que uma alternativa seria reunir os parlamentares apoiadores da causa, a mídia LGBT e os mais diversos segmentos da militância, e não somente a ABGLT, para criarem juntos um novo projeto.

Para discutir esta alternativa e os rumos a serem tomados após os últimos acontecimentos, o deputado pretende se reunir nesta quarta-feira, em Brasília, com alguns membros da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT. “De lá, poderá sair um esboço para um futuro projeto que será amplamente discutido com deputados e senadores e com toda a militância”, revela.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Leia o novo projeto que substituí a PLC 122

Ai está a fraquíssima lei que além de "proteger" gays, também protege héteros de preconceitos, segundo Crivella.
O novo projeto foi enviado para emails de lideranças LGBTT e também em sites de Ong's.Por Twitter Deco Ribeiro me contestou dizendo que a lei foi enviada para discussão, mas reafirmo aqui que o projeto foi mandado a todos para conhecimento.
Deco Ribeiro têm grande espaço no meio LGBTT a frente do Grupo Jovem de Campinas, além disso visivelmente costuma colocar Marta e Dilma em pedestais, ou seja, peço a você leitor para tirar as próprias conclusões.

Em respeito a Alexandre Ivo, estou envergonhado com a manobra faceira que os aliados de Crivella e M. Malta criaram para passar a nova lei no congresso e na sociedade.
Ao invés de continuar com o nome de PLC 122 que já está bem batida, trocar o nome para fazer homenagem ao garoto que infelizmente veio a falecer por homofobia.
Ivo deve ser lembrado sempre e com muito carinho pela comunidade LGBTT, mas não como uma forma de burlar a inteligência das pessoas.




O CONGRESSO NACIONAL decreta:



Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.


Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.


Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:


Pena – reclusão, de um a três anos.


§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.


§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.


Discriminação nas relações de consumo
Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:


Pena – reclusão, de um a três anos.


Indução à violência
Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:


Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.


Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:


“Art. 61.......


II...............


m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”


Art. 121..


§ 2º...........


VI - em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)


Art. 129...


§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)


Art. 140.


“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:


....” (NR)


“Art. 288....


Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.


Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.


Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


Sala da Comissão,


Presidente Frente LGBT

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Comunidade gay deverá ser vetada de discussão de nova lei contra a homofobia.


ESSA POSTAGEM CONTÉM IMAGEM FORTE DE UMA PESSOA DESFIGURADA
                                                                                                                                                                                   

A portas fechadas, como está sendo tratado o caso da lei contra homofobia em Brasília, Marta Suplicy, Marcelo Crivella ( Líder da Bancada Evangélica ), Magno Malta e Toni Reis estão fechando acordos para um novo projeto que atendam os gostos divinos da religião.
O projeto de lei que deve substituir a PLC 122 que ficou parada no Senado Federal por 5 anos, foi apresentada pelo Líder Evangélico, Marcelo Crivella e parcialmente aprovado pela relatora Marta e o Presidente da ABGLT, Toni Reis.
O "X" da questão, é que nós estamos sendo privados de toda essa discussão.Lutamos por mais de 5 anos por uma lei que nos defende, recolhemos milhões de assinaturas em inúmeros abaixo assinados, fizemos tantas campanhas para " morrer na praia ".


Crivella afirmou que o projeto em discussão é novo e que poderá “enterrar” de vez o PLC 122.
Acredito que a gente consiga enterrar o PLC 122. Eu tenho firmes esperanças de que nós vamos enterrá-lo a sete palmos. Tenho esperança também de que possamos fazer uma lei boa como essa que eu propus, que não é uma lei só para o homossexual. Ela também pune os crimes contra heterossexual.

Ora, como podemos aceitar uma lei que pune crimes contra heterossexuais? É um dos maiores absurdos que se pode imaginar desde que a homossexualidade se tornou discussão nacional.

Héteros não são mortos ou lesados por serem héteros, e seus direitos estão ir raizados na Constituição e  em todas as leis que esse país aprova, pois a sociedade segue o padrão heterossexual, sendo assim, as leis são criadas voltadas a nação por um todo, mas com um padrão heterossexual.

http://www.cabuloso.xpg.com.br/portal/galleries/view/gay-e-morto-a-pedradas-pernambuco-brasil

Homossexuais são assassinados por ódio. São estrangulados, esquartejados, violentados, espancados e jogados como indigentes, POR SEREM GAYS, diferentemente dos héteros.
Essa "balela" de heterofobia que setores da sociedade estão querendo passar é ridícula.
Nós gays, ativistas, organizações políticas e Ongs, deveríamos estar sendo incluídos em toda essa discussão por um projeto que será nossa fortaleza, nosso ponto de referencia para pedir mais respeito e tolerância.

Toni Reis com seus discursos politizados está se mostrando um líder fraco e sem rumo. Como deixar umas das pessoas que mais emperraram a PLC 122 no congresso, ser o criador desse ta novo projeto de lei? Para completar todo clima de "conclave" que está acontecendo em lanchinhos na mesa de Magno Malta, Marta Suplicy se promove cada vez mais ás custas de uma população que mais uma vez, e com apoio dela, é deixada aos pés das leis da fé e do conservadorismo.

#Indignação!!!
Por Erik 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Neonazistas presos em 2009 em SP, voltam a ser presos por ferir mais 4 pessoas.



Isso mesmo, você não leu errado. 
Dez meses depois de ser condenado pela Justiça por liderar uma gangue de neonazistas acusada de praticar um atentado a bomba durante a Parada Gay de 2009 em São Paulo, Guilherme Witiuk Ferreira de Carvalho, o Chuck, de 21 anos, voltou a ser preso por um crime de intolerância. Ele e mais quatro rapazes são acusados de agredir fisicamente quatro pessoas, ontem de madrugada, novamente na região da Avenida Paulista.


Infelizmente na noite de ontem as 4 pessoas que foram espancadas, foram nordestinos e receberam insultos como  "Negros, nordestinos, filhos da p., somos skinheads e vamos matar vocês, seus zumbis". De acordo com a Polícia Civil, com os acusados foram apreendidos três machados, quatro punhais, um facão, uma caneta de ferro com duas pontas e um cinto com soco inglês como fivela."

Um dos agressores vestia uma camiseta preta com uma cruz celta cercada pela inscrição "white pride world wide"(orgulho branco ao redor do mundo, em uma tradução livre para o português), que foi adotada como slogan por grupos skinheads neonazistas de todo o mundo. Outro acusado trajava uma jaqueta verde que trazia bordada nas costas a palavra skinheads e a sigla I.H. - iniciais de Impacto Hooligan, gangue neonazista liderada por Ferreira de Carvalho.
O operador S.A.O., de 34 anos, a estudante A.C.S., de 21, o orientador socioeducativo C.E.L.C., de 31, e o estudante J.C.M.A., de 20, foram atacados pelo grupo na altura do número 1.420 da Rua Vergueiro, ao lado da Estação Paraíso do Metrô, à 1h20 de ontem. Com exceção da estudante de 20 anos, todas as outras vítimas têm pele parda. Uma das vítimas, o operador, conseguiu fugir dos agressores e pediu socorro para policiais civis da 1.ª Delegacia Seccional (Centro), que passavam de viatura pelo local. Os cinco acusados foram presos e levados para o 5.º DP. Segundo a polícia, outros quatro suspeitos correram ao notar a aproximação da viatura.


Fonte: Diário do Grande ABC

The Guardian publica matéria sobre perseguição religiosa à comunidade LGBTT


Religião contra-ataca a cultura gay do Brasil


Os brasileiros tendem a ser bastante liberal sobre a questão da sexualidade dos outros, mas os direitos dos homossexuais são ameaçados por um crescente movimento evangélico
Parada do orgulho gay do Brasil em São Paulo
Parada do orgulho gay do Brasil em São Paulo. Foto: Nacho Doce / Reuters
Apesar de uma chuva sub-tropicais pouco, parada a maior do mundo o orgulho gay, em São Paulo, saiu espetacularmente. Que recebeu um amplo apoio público, e não menos do que uma figura Stephen Fry juntou a um grupo colorido de foliões que têm muito a comemorar. O supremo tribunal tinham acabado oficialmente reconhecidos os direitos das uniões do mesmo sexo aos privilégios detidos por casais heterossexuais, e um outro juiz logo após assinado sobre o casamento do país de pleno direito primeiro gay.
Um aspecto das celebrações, no entanto, acendeu a controvérsia.Avenida principal da cidade foi decorado com cartazes , concebido por um grupo de prevenção do HIV, que contou com 12 mal vestido modelos masculinos, denominados como santos católicos, mas com vir-cá parece eo subtítulo:. "Nem mesmo um santo pode salvá-lo Use um camisinha. "O grupo diz que o objetivo era a educação, mas era difícil não ver a campanha como um tiro intencionalmente provocativa na direita religiosa no confronto cada vez mais tensa entre os dois grupos.
A igreja em si, é claro, ofensa registrado publicamente as imagens, mas o novo jogador reais conservador no cenário é o movimento cristão evangélico, uma força política em ascensão, que está montando um assalto ameaçando cada vez mais no movimento pelos direitos dos homossexuais e movendo-se questões sexuais mais perto para o centro da política brasileira. Esse grupo tinha visivelmente organizou uma maciça " Marcha para Jesus "poucos dias antes da marcha do orgulho gay, e não perder muito tempo para se locomover trilhos contra o casamento gay. Neste país tradicionalmente católico, mais e mais pessoas estão se tornando cristãos evangélicos - agora provavelmente mais de 20% da população - e são mais ansioso para fazer sua versão do cristianismo uma questão política.
Apesar da persistência de perseguição, a sociedade dominante oficial brasileiro é relativamente aceitar da cultura gay. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha como um conselheiro espiritual pessoal da libertação gay-friendly teólogo Frei Betto , e os direitos de facto das uniões do mesmo sexo civil têm sido reconhecida no Brasil desde 2004.A igreja se opõe ao casamento gay, mas faz menos de uma confusão sobre a legalidade de uniões civis, eo governo do novo presidente Dilma Rousseff fez um fim à discriminação uma prioridade.
Mas quando Dilma enfrentou sua primeira crise política no início deste ano, como um escândalo de corrupção derrubou seu chefe de gabinete, Antonio Palocci, ela foi atropelada por uma força política que seriam familiares em os EUA, mas é novo aqui no Brasil: o evangélico " bloco "no Congresso. Ele usou seu momento de fraqueza para matar um projeto de lei anti-homofobia que ela favoreceu que tinha sido por muito tempo nas obras. Agora é morto na água até que eles possam chegar a um os gostos bloco evangélico. "É certamente possível ler os cartazes na parada como uma reação agressiva para o movimento evangélico, ou pelo menos a sua idéia do cristianismo", diz Guilherme Altmayer , um artista ativo no movimento dos direitos gays. "Mas há uma guerra claro agora, que vem crescendo, e os últimos movimentos homofóbicos no Congresso têm sido demasiado radical."
Não é inteiramente claro que provocar a comunidade religiosa, criando sinais de que efetivamente convidam o espectador a fazer sexo gay - ainda que protegido - com um santo é a estratégia mais eficaz para promover a causa da comunidade gay. Eles podem ser a mesma probabilidade de ofender meio-of-the-road brasileiros, nominalmente católica, mas geralmente não freqüentar a igreja e, geralmente, bastante liberal sobre a questão da sexualidade dos outros.
Mas, na maior das ex-colônias ibéricas, que se move a sociedade forma não está sendo decidido nos degraus da Igreja Matriz. Ele está sendo jogado nas ruas, no Congresso, e cada vez mais nas congregações evangélicas mais uma reminiscência do sul-americano.

domingo, 3 de julho de 2011

Marta Suplicy e Magno Malta enterram PLC 122.

Acabou a luta de 5 anos pela aprovação da PLC 122. A relatora do projeto de lei, juntamente com o senador Magno Malta ( PR-ES) estiveram na última semana em debate sobre o projeto, o que resultou no abandono por parte da relatora.
“Em proposta minha, e já acordada há algumas semanas, com Toni Reis, presidente da ABGLT, e os senadores Marcelo Crivella e Demóstenes Torres (DEM-GO), chegamos à conclusão que devido à demonização do PLC 122 deveríamos apresentar um novo projeto de lei, mantendo as principais diretrizes no combate à homofobia”, disse Marta Suplicy.

Mais uma vez a frente religiosa consegue mudar as questão políticas e civis que tramitam no Congresso Nacional.
Sobre o caso Marta, realmente não tenho muito o que falar, apenas a revolta de sentir escapar em um momento tão bom para os homossexuais no Brasil, a chance de lutar cada vez mais forte pela PLC122. A derrota anunciada por Marta, Toni Reis e a Frente da Família só mostra mais uma vez o descaso que o homossexual é tratado no pais. 

Magno Malta conseguiu o que vem lutando a muito tempo, acabar de vez com qualquer possibilidade de tirar muitos homossexuais da clandestinidade e viver com melhor dignidade, clamando por respeito assistidos pela justiça.



Apresentar um novo projeto de lei não significa que será aprovado, além do mais, esse novo projeto poderá ser mais do que nada uma colher de chá para os grupos religiosos que conseguiram derrubar a PLC122. Se esse novo projeto arquitetado por Marta e Toni Reis vier a ser criado, será uma lei fraca e sem grandes impactos, pois deverá ser feita com toda restrição as religiões e políticos ridículos, como Bolsonaro, Magno Malta, Malafaia e CIA.

Enfim, esperamos os próximos capítulos de uma provável alternativa para criminalização da homofobia, até lá, continuamos a ser demoníacos, anti cristãos, doentes e pessoas sem qualquer expressão de liberdade e dignidade. 

Obrigado Marta Suplicy
Obrigado Toni Reis
Obrigado Magno Malta.

Por Erik



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